‘Prova ficou mais difícil'

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O nível de dificuldade das duas provas do Exame da Ordem já se equipara ao de um concurso público. É o que diz o diretor de um curso preparatório em Maringá, Aparecido Silva Machado.

Segundo ele, que também é professor, tornar as provas mais difíceis é saudável para os futuros advogados. “O exame está aprovando bons profissionais e exigindo que as faculdades adequem os currículos”, diz Machado.

A coordenadora do curso de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), câmpus Maringá, Kassiane Menchon Moura Endlich, relata que os recém-formados consideraram mais difícil a prova objetiva. “Alguns disseram que o nível exigido foi mais alto do que em outras edições do exame”, afirma a coordenadora.

O coordenador do curso de Direito do Centro Universitário de Maringá (Cesumar), Paulo André Souza, diz que as provas estão mais complexas e que as universidades têm de acompanhar as mudanças. “É papel da instituição de ensino trabalhar para preparar os alunos para que tenham bom desempenho.”

8 comentários:

Anônimo,  24 de julho de 2009 12:43  

Bobagem. Uma faculdade de direito, se quiser ser boa mesmo, não pode se circunscrever à OAB e o seu famigerado exame. Sob pena de se transformar em um grande cursinho preparatório para isso com diploma final. Já pensaram nos temas de monografia? "O cespe e a oab: como passar". Uma faculdade de direito deve ir além disso, até por que existem outras profissões jurídicas. Advocacia não é tudo, não, rapaziada. Mas é até natural que representantes de estabelecimentos particulares pensem desse modo. Quanto mais aprovados no tal exame, mas credibilidade perante a sociedade essa instituição pretensamente obterá.

Anônimo,  24 de julho de 2009 18:03  

Típico comentário de professor de cursinho.

Para que estudar 5 anos de direito para fazer uma prova dessas? Seria melhor fazer um cursinho preparatório de decorebas e macetes.

O que mais se aprende em cursinhos são músicas para decorar a ordem das coisas, impostos, exceções, etc, e esses que estão passando.

Vamos ter muitos músicos advogando.

Anônimo,  25 de julho de 2009 00:34  

A 1a fase é loteria sim! a 2a tem q ir bem segura e sabendo o maximo. E acender vela para a pessoa q for corrigir seja 1 ser feliz, realizado, cinte de sua função e atos e muito honesto, sem máguas na alma. Ai, poderia ser justa a correção.

Anônimo,  25 de julho de 2009 17:55  

Bacharéis, eu fui aprovado no exame e não sou totalmente contra ele, mas sou totalmente contra o formato que é. O exame não é capaz de avaliar a qualificação dos bacharéis, não é mesmo. A prova da primeira fase é "maluquice, insanidade" pura e simplesmente se a OAB quiser ela reprova 100%, afinal é humanamente impossível um ser humano (sendo redundante) conseguir memorizar a legislação toda e, como todos nós sabemos, o CESPE pode utilizar qualquer texto da nossa legislação para elaborar a prova. Percebam que nos dois últimos exames o grau de dificuldade da prova da primeira fase aumentou substancialmente e a tendência é que aumente ainda mais, podem acreditar nisto.Uma prova composta só por uma peça práticoprofissional seria muito mais eficiente e JUSTO para avaliar o bacharel do que essa prova que hoje é na primeira fase e a prova da segunda fase que é fácil demais e por ser muito fácil não avalia, não cumpre o papel de aferir a qualificação.O certo seria ter só uma peça práticoprofissional como prova, mas aumentando o grau de dificuldade, mas aumentando a dificuldade não com objetivo de reprovar colocando "pegadinhas", mas sim elabondando uma prova que seja suficiente para testar o conhecimento do bacharel. E, cá para nós, se o enunciado da peça práticoprofissional for bem elaborado ela é plenamente capaz de aferir se o candidato a advogado realmente está qualificado, pois se ele não estiver, não souber realmente aplicar o direito e a prova tiver mesmo o objetivo de aferir isso, ele, bacharé, simplesmente não conseguirá fazer uma boa prova e por consequência será reprovado, mas aí terá havido justiça. Eu só não posso afirmar porque não tenho bola de cristal, mas meu sentimento é de que o exame da OAB vai gradativamente ficando mais difícil até chegar ao ponto de dificuldade que a OAB considera ideal, vai ficar bem próximo do grau de dificuldade do exame da magistratura, promotoria, etc. Creiam, a OAB quer, a todo custo, evitar esse "monte" de advogados todos os anos jogados no mercado e mesmo o examne hoje reprovando muito, ainda é muito alto, considerando-se a real necessidade do mercado, o número de advogados que são inseridos na profissão e isto a OAB não quer mesmo que continue.Sejamos sensatos, não há mesmo lugar para tantos advogados. Eu não sou a favor do exame como ele é, mas a verdade é que é muito advogado exercendo a profissão e isso termina por banalizar e desmoralizar a advocacia.O ideal é que um bom número de pessoas passasse a ter consciência de que a advocacia exige muito mais que uma simples conclusão de um curso de direito, é preciso vocação acima de tudo (e a grande maioria não tem a menor vocação apra a carreira jurídica). Dessa forma, enquanto as pessoas não adquiram tal consciência, a Ordem vai fazer, ela própria, um controle.E vejam, depois de ser votado o Projeto de Lei 186/06, o indice de aprovação no exame de ordem vai ficar bem próximo de ZERO, tenho quaze certeza disso, se isso é justo ou injusto, se é legal ou ilegal, se é constitucional ou inconstitucional, é outra história que aqui não é oportuno ser discutida.

Anônimo,  27 de julho de 2009 14:58  

Tenho alguns colegas que se formaram junto comigo e já fizeram o exame umas 6, 7 vezes e pasmem: tem uma colega que os pais pensam que ela é advogada, nossa dá uma dó dos pais dela, é o sonho deles realizado ter a filha advogada, dá dó.Fico pensando se o exame acabar e um dia tais colegas por aí advogando. Fico pensando a meleca que sérá.

Anônimo,  28 de julho de 2009 17:11  

É isso aí povo, advocacia de verdade é para poucos. Advogado tem aos montes por este Brasil, mas poucos são os que realmente são advogados. A OAB tem mesmo que apertar mais ainda, tem que eliminar de vez essa gentaidada analfabeta funcional que insiste em ser advogado e termina por atrapalhar quem tem qualificação e com isto desprestigiam a classe perante a sociedade que fica pensando que todo advogado é desqualificado. A OAB tem que acabar com essa ideia de muitos de que o curso de direito é o mais fácil (porque não tem matemática) e é o meio mais rápido de se resolver o problema do desemprego (quase todos ingressam na faculdade de direito com este pensamento capenga e depois ficam reclamando que o exame não deve existir). Quer falicilidade monte uma padaria (na padaria é só seguir a receita que tá tudo prontinho), advocacia é coisa séria.

Anônimo,  28 de julho de 2009 17:15  

Olhem o tipo de advogado que nós temos, advogado que escreve "SÉRÁ". Será que é mesmo advogado uma traste deste? Abre os olhos oab.

Anônimo,  28 de julho de 2009 18:36  

Meu prezado anônimo que fez o comentário às 17:15, lamento profundamente você não obter sucesso no exame e querer descontar sua revolta nas pessoas. Peço desculpas se eu fui o culpado pela sua não aprovação. Caramba, a única coisa que posso fazer é pedir desculpas (mesmo não devendo), pois pelo jeito eu sou o responsável pelo insucesso dessa amarga pessoa, só pode ser isso, pois o erro que se verifica na palavra que ele se referiu foi um erro de digitação,claramente um erro de digitação, só ele mesmo para não perceber isso e criticar. E mesmo que não fosse erro de digitação, seria um erro que não traria qualquer pejuízo ao texto escrito e certamente nada tem a ver em ser ou não ser bom advogado. Aliás, qualquer um, por mais analfabeto que seja, em circunstâncias normais mesmo querendo não escreverá a palavra daquela forma. Qualquer um sabe que o que escrevemos aqui quase nunca corrigimos, pois a preocupação é apenas demonstrar uma ideia e não demonstrar perfeição no português escrito. Mas fazer o que? Desculpa, meu caro anônimo, desculpa. Talvez no próximo exame você possa ser aprova e aí sua revolta acabe. Passar bem.Boa sorte no próximo exame.

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