OAB designa advogado para debater projeto que extingue Exame de Ordem

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, designou o coordenador do Exame de Ordem Unificado da OAB, advogado Dilson José de Oliveira Lima, para representar a entidade em audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, para a qual foi convidado mas não poderá comparecer pessoalmente, devido a compromissos assumidos anteriormente. A audiência acontecerá na quarta-feira (08), a partir das 10h, na sala 15 da Ala Senador Alexandre Costa, e se destinará a debater o projeto de lei nº 186/2006, que pretende a extinção do Exame de Ordem, uma conquista da entidade e da cidadania brasileira.


Irei nesse debate e postarei minhas impressões aqui no Blog.

23 comentários:

Anônimo,  6 de julho de 2009 às 14:51  

Dr. Maurício:
Gostaria de saber se o próximo exame será em agosto ou setembro?
Atenciosamente;

Paulo,  6 de julho de 2009 às 15:52  

Dr° Mauricio, será importante a sua presença nessa audiência pública, assim, poderemos ter uma análise mais aprofundada sobre esse projeto de Lei.Acho que a coisa não está tão boa para OAB em relação a outra audiência pública realizada no Senado conforme noticia abaixo:


Wellington Salgado considera "imperdoável" ausência da OAB em audiência pública
vice-presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Wellington Salgado (PMDB-MG), considerou "imperdoável" a ausência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na audiência pública que discutiu o projeto de lei da Câmara (PLC 83/08) que torna crime a violação de direitos ou prerrogativas dos advogados. O parlamentar também não se mostrou satisfeito com a decisão da entidade de só enviar na próxima semana um representante ao Senado para expressar sua posição sobre a proposta.

http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=93015&codAplicativo=2

Gustavo 6 de julho de 2009 às 16:24  

se acabar com o exame, acabamos com a advocacia.
é o fim de nossas carreiras.
não tenho dúvidas

junior,  6 de julho de 2009 às 17:35  

qual a chance de o exame realmente ser estinto

Anônimo,  6 de julho de 2009 às 17:36  

qual a chance de realmente ser estinto

Anônimo,  6 de julho de 2009 às 17:37  

É interessante como aqueles que não querem se esforçar na vida em nada se organizam para destruir conquistas históricas de entidades como a OAB. Fiz o exame pela terceira vez e acho que agora vou passar, mas se não for dessa vez, continuarei meus estudos porque entendo que exames como esse são fundamentais para a procura continua por qualificação. Convenhamos, como uma pessoa que não tem capacidade de fazer uma petição e responder a cinco perguntas pode querer advogar? Portanto, nada de fim do exame da OAB e vocês preguiçosos de plantão, estudem!!!!!

Anônimo,  6 de julho de 2009 às 19:42  

JB Martins de Campo Grande - MS

Dr Mauricio,
Se dependermos do Congresso para o exame de ordem continuar existindo podemos ir nos acostumando com a idéia de que seus dias estão contados. Daquela Instituição não podemos esperar nada que preste.

Anônimo,  6 de julho de 2009 às 21:35  

Podemos verificar que o ensino juridico está péssimo, pois é só fazermos em levantamento do indice de aprovação dos exames e veremos que saimos da universidade mal preparados para enfrentarmos o mercado de trabalho, pois a cada dia vão surgindo várias faculdades de Direito e o nivel de ensino não melhora, fazendo com que o curso não seja mais um curso elitizado e respeitado pelo saber filosofico e juridico de antes. Assim,o exame de ordem é uma forma de selecionar superficialmente aqueles q se dedicam um pouco mais aos estudos e querem honrar com o estatus de advogado, antes tão respeitado.
Abraços,

Anônimo,  6 de julho de 2009 às 22:42  

Atenção aos que não querem que o exame seja extinto:
No próximo certame, façam uma manifetação para que a prova venha com questões sérias com embasamento legal,seguindo a CF/88 e a Jurisprudência. Depois junte todos os que são contra o exame, e no centro do Rio, façam os seus protestos. O CESPE não aceitou nenhum recurso de cursinho na última prova, então quer dizer que os professores não sabem nem fazer recursos? Vamos parar com essa história de que vai acabar com a profissão de advogado se o exame for extinto, só vai ficar no mercado quem quiser, e for competente, cada um no seu assunto. Tenho colegas que já tiraram a carteira e não sabem o que fazer com ela, até um simples MS, eu tenho que mandar para o computador deles. Ainda não tirei a carteira, mas o que vier depois da palhaçada
é um grande lucro.

Anônimo,  6 de julho de 2009 às 22:47  

Ser "estinto" há todas as chances, mas ser extinto a chance é zero.Justamente pelas razões contidas no texto do anônimo 17:36.

Anônimo,  6 de julho de 2009 às 22:50  

Eu também tenho alguns colegas que advogam por meu intermédio. Eu não passei e eles passaram. Fazer o que, é o sistema.

Anônimo,  6 de julho de 2009 às 23:05  

Espero passar no exame, na 2ª tentativa. Vejo como necessário. Só não vejo como necessário o preço caríssimo para fazer o exame, 200 reais é muita coisa. Deveria custar no máximo uns 50 reais.

Unknown 7 de julho de 2009 às 00:34  

O Exame de Ordem da OAB a meu ver deve ser visto sob dois aspectos. Por um lado não deixa de ser um autêntico instrumento de seleção profissional, apto a respaldar o exercício da atividade profissional tão somente por Bacharéis que demonstrem possuir o conhecimento jurídico mínimo, necessário para a advocacia. Por outro viés, não pode divorciar-se da realidade dos atuais cursos de graduação, ministrados nas diversas Universidades nacionais, tal como ocorre com os atuais exames formulados pelo CESPE/UNB. Atualmente, os elevados níveis de exigência do Exame de Ordem se dissociam da propedêutica ministrada nos atuais cursos de Direito do país, desestimulando até mesmo os Bacharéis mais novos, recém formados, que na maioria das vezes, ainda que bem preparados e ainda que bem formados, se vêem compelidos a freqüentar cursos pós-universitários (cursos preparatórios) para poderem legitimamente exercer a profissão para a qual deveria bastar tão somente o diploma do curso de formação superior, originariamente realizado. Se a formação superior é imprópria ou insuficiente - o que não é fato - ,que seja então aprimorada. O que não se admite é instituir-se um Exame de Ordem dissociado da realidade acadêmica, apto, isso sim, a impedir o exercício profissional de Bacharéis em Direito que legitimamente conquistaram o diploma do Curso superior e que se vêem, muitas das vezes, impedidos de exercer a advocacia por mera exigência formal, dissociada da realidade de sua formação profissional. O Exame de Ordem não pode e não deve ser um “concurso”. Deve tão somente cumprir a sua destinação, apta a legitimar o exercício profissional. Não deve constituir-se em uma barreira intransponível, apta a impedir o legítimo exercício da advocacia, vale dizer - da carreira de advogado.

Antonio Henrique Vilanova Corrêa
Bacharel em Direito pela UERJ

Anônimo,  7 de julho de 2009 às 08:04  

Se quem escreveu "estinto" for um candidato a advogado, merece ficar anos fazendo exame da ordem, pois que, na verdade, precisa, inicialmente, fazer um curso de gramática, sob pena dos clientes serem prejudicados.
"estinto" se escreve com "x" e não com "s".

Anônimo,  7 de julho de 2009 às 11:01  

a quem interesar possa,com certeza a oab fere o pincipio da igualdae. pois nem todos advogados que hoje sao habilitados passou por essa peneira ridicula.acho eu que nunca foi analizado quanto essa instituiçao fatura anualmente obsrvem. mas isso tudo só acontece porque temos uma classe desunida estou falando dos baixareis qundo cruzarmos os braços e nao fizermos mais essa prova como os contabilistas e medicos fizeram ai sim vao acbar com essa pouca vergonha d exame de ordem.

Anônimo,  7 de julho de 2009 às 12:15  

O CURSO de DIREITO serve de captação para todas as profissões e não SOMENTE a da ADVOCACIA... logo, para ser juiz vc precisa de uma prova, para ser delegado tbem, para ser promotor tbem e por incrível que pareça, para ser ADVOGADO tbem... povinho preguiçoso... imagina aquele aluno zoneiro, "de fundão", piadista, que faltava as aulas, defendendo uma pessoa de um juri ou ajuizando um MS... que sociedade teriamos né... passariamos de 700 mil advogados para 4.500.000 de advogados... perfeito... quem quer a extinção é por falta de capacidade... a oab faz um papel brilhante com o exame, doa ou não...

Anônimo,  7 de julho de 2009 às 13:31  

O colega Antonio Henrique sintetizou bem o que deve ser "um exame de ordem"-aferir conhecimentos mínimos. A OAB não pode continuar agindo em sentido contrário.Se a prova ojetiva continuar do jeito que está( com "jeitão" de concurso público ),tenho o pressentimento de que alguma coisa mudará, durante a audiência pública. Algo tipo "aprovação no exame com 40 acertos". Não se acabaria com o exame pedindo,somente, 40 acertos.O que a turma acha?

Anônimo,  7 de julho de 2009 às 15:22  

O Exame de Ordem não se coaduna com a realidade do ensino jurídico no Brasil. É fático e notório que há uma máfia atrás disto tudo, ou seja, cursinhos preparatórios, editoras etc. Sem contar, com o valor exorbitante cobrado para realização da prova. Eu sou totalmente contra este Exame, pois não qualifica e nem desqualifica ninguém. Aliás, conheço diversas pessoas que nem se quer frequentavam aulas na faculdade e passaram de primeira no Exame. Enfim, o Exame de Ordem requer: Sorte e muito dinheiro......

Anônimo,  8 de julho de 2009 às 10:20  

Desde de qdo conhecimento é ruim... o pessoal que eh contra pega excessões de alunos que passaram "por sorte" e acham que deve extinguir o exame por não testar conhecimento... pelo amor, nunca vi isso... se tem máfia com editora, cursinho, seja la o q for eh bom, pelo menos o aluno vai estudar uns meses... esse povinho acha q qquer motivo serve pra acabar com o exame... isso é preguiça mental, num paisinho em que a população lê menos de 1 livro por ano vai esperar oq... abaixem a cabeça e estudem, pronto, isso resolve ou vão virar jornalista que nem curso de graduação precisa... o aluno do curso de direito deveria se orgulhar, pois o cara que passa pelo exame pelo menos demonstra pra sociedade que é uma pessoa preparada e com isso valorizamos nossa classe... vamos estudar!

Ass. Renan

Anônimo,  8 de julho de 2009 às 17:54  

E os que defendem a permanência escrevem "excessão", esses são os que passam no Exame? Que coisa,estamos perdidos. Conheço gente que não passa e tem muito conhecimento, principalmente de gramática. "EXCEÇÃO"

Anônimo,  13 de julho de 2009 às 18:47  

O Exame de ordem não deveria ser extinto, MAS, dever-se-ia considerar, também, a avaliação obtida pelo Bacharel em Direito quando do ENADE ou exame assemelhado (Quando muda de Ministro ou de Governo, muda de nome e a forma é quase a mesma)
Por que não se dá a opção de avaliação ENADE ou EXAME DE ORDEM ?
Dessa forma o aluno dos Cursos de Direito tomariam pra si maior responsabilidade.

Anônimo,  23 de julho de 2009 às 17:55  

Eu ja passei na prova e acho que deve acabar sim, e um absurdo essa prova que nao mede a capacidade de muita gente.

Anônimo,  24 de julho de 2009 às 14:20  

O Exame de Ordem não qualifica nem examina ninguem, já fiz 3 vezes e não consigo passar, no entanro vendo peças processuais e monografias a vários colegas. Tenho colega que passou de primeira no exame de Ordem em Goiás e quando pegou uma causa veio para que eu fizesse a contestação da pensão alimentícia e ao terminar ela me mandou colocar o valor da causa.Indignada tentei convence-la que alí não cabia valor de causa e ela me respondeu : eu passei no exame da OAB. Na ultima prova que fiz o Cespe errou ao considerar correta a resposta de um adolescente que cometeu um crime aos 17 anos e deveria sair aos 21 anos de forma compulsória. Entrei com recurso, pois, o Estatuto diz que o adolescente não pode ficar mais que 3 anos internado e pelas minhas contas de 17 a 21, temos 4 anos.O recurso foi negado e fiquei reprovada.É mole ou querem mais.

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