O manifesto no youtube

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Cliquem no link abaixo e assistam:


10 comentários:

Jonga 6 de novembro de 2009 01:58  

Tanto esse manifesto quando o "manifesto" dos estudantes da Uniban (que agrediram verbalmente a menina que usava vestido curto) chamaram à atenção a questão da educação nesse país.

Hoje em dia, fazer faculdade é como cortar o cabelo. Conheço advogados que são semi-analfabetos, e que nunca ganharão mais do que um salário mínimo. Outros, piores,sequer conseguiram passar no exame da ordem.

O CESPE e a OAB sempre foram muito camaradas. Basta conferir os resultados da UnB, UFBA e UFSC (onde se encontram bons alunos), universidades cujo índice de aprovação beira 100%.

No Brasil, existe uma cultura do ser ignorante. Os universitários, em geral, só querem tomar cachaça e fazer festa de segunda a segunda, sem nenhum comprometimento com o conhecimento. O bom é esculhambar.

Eis, então, o resultado: num exame rasteiro, absurdamente fácil, milhares de pessoas erraram a peça prática. A peça estava na cara, emora a prova, de fato, tenha sido mais esperta que a dos anos anteriores.

Alguns dizem: o CESPE e a OAB só querem ganhar dinheiro! Meus caros... Eles já ganham exponencialmente. Cada vez é maior o númeo de estudantes de direito - e a ignorância.

O que o CESPE fez foi passar o exame de "muito ridiculo" para "ridículo" (talvez um "fácil").

Você errou? Pense bem. A maioria dos alunos de universidades federais não fazem cursinho, fazem o exame antes de formar e essas universidades conservam índices de 90, 92%.

O problema é o CESPE? A OAB?

Vá estudar.

Anônimo,  6 de novembro de 2009 10:28  

kua kua kua kua kua kua...
tomara que tudo isso realmente sirva para modificar o resultado final.
Lucas Carre

Anônimo,  6 de novembro de 2009 12:05  

Acho melhor fazer um manifesto para aumentar o número de caracteres permitidos no Recurso. Se for igual ao da Prova Objetiva, é cerceamento de defesa. Por mais que se queira, recorrer com apenas 1.000 caracteres é covardia para esta 2ª fase. Se alguém já tiver alguma informação, por gentileza!

Anônimo,  6 de novembro de 2009 12:06  

Diante dos acontecimentos recentes devo dizer algo...

Não fiz cursos, não estudei em grupo, sequer sai do meu quarto...estudei sozinha!

Sem orientação, montei minha propria forma de estudo e estudei qse tudo...

Ainda que tenha me baseado em provas anteriores, me preparei fisicamente para as três peças mais rotineiras e psicologicamente para as tantas outras que poderiam cair, pois n]ao ia substimar a OAB!

No dia da prova, nem li a peça e fui resolver primeiro as questoes, que alias, achei-as rasoalvelmente simples...

Ja na peça, não podia acreditar que a peça era tão simples, pelo menos na minha opinião, quando li e identifiquei de cara a ação de consigação, pois havia desprezado a estabilidade do funcionãrio...

Bem, não sei qual será a grade correta, mas de antemão não vi essa famigerada dificuldade da prova, acho até que os alunos estão acostumados com as obviedades das provas e isso os pegou de surpresa!

Alem, disso sequer costumam ler o edital, senão veriam que la nao ha inquerito para apuração de falta grave, e o que não existe no edital, que é a lei nesse processo seletivo, não existe no mundo juridico!

Anônimo,  6 de novembro de 2009 15:05  

Em face de alguns comentários, quero dar o meu depoimento pessoal.
Estudei direito em uma universidade federal. Na faculdade estagiei em um escritório de advocacia, e, através de seleção pública, em tribunais e outros órgãos públicos. Foi a 1ª vez que fiz o exame. Na primeira fase, acertei mais de 80% da prova. Para a segunda, fiz cursinho e estudei muito em casa, fazendo todas as peças possíveis, inclusive de consignação em pagamento (por livros voltados para a OAB-CESPE). Estudei por vários livros e conhecia bem o material que levei para a prova, pois estudava por ele desde julho, qnd decidi fazer a prova trabalhista. Li todas as súmulas, oj's e tb alterações recentes da CLT. Fui tranquila para a prova de que tinha feito a minha parte. Resolvi com tranquilidade e acho que acertei todas as questões subjetivas. TODAVIA, MESMO CONHECENDO A AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO, NÃO VEJO NO ENUNCIADO OS REQUISITOS NECESSÁRIOS AO SEU AJUIZAMENTO.
Por isso, fiz uma RT, que é uma peça mais genérica.
Não havia recusa em receber, o domicílio do empregado era certo, ele não havia sido declarado ausente nos termos do Código Civil (de onde é proveniente o instituto da Consignação em Pagamento) nem morrido. E na questão, frise-se não se falava EXPRESSAMENTE que já havia ocorrido a rescisão, quando se haveria o interesse de agir para a propositura no prazo do art 477 da CLT.
Saliento ainda que as próprias verbas rescisórias não estavam claras, pois o saldo de salários já poderia ter sido pago até 5º dia útil do mês subsequente ao trabalhado (portanto, durante o afastamento) e as férias, poderiam ter sido, ao menos, parcialmente gozadas. E eu não presumi que o meu cliente é um mau pagador. Registro ainda que sem liquidez, a ACP é inépta, de modo que conforme o edital, será dado ZERO a quem fizer uma petição sem apresentação de valores (ainda que não estejam corretos).
Acho que os candidatos que estão chateados com a prova, merecem ao menos respeito pra que se analise com razobilidade a questão.

Anônimo,  6 de novembro de 2009 17:26  

Acho muito bom ter o Exame da ordem para Advogados.

Mas também acho que deveria ter exames para todos, médicos, dentistas, contadores, administradores, engenheiros, etc...etc...etc...

Pra ser jornalista agora, nem faculdade precisa mais.

Cadê o direito a igualdade que tanto se fala?

Apoio os bacharéis que estão reivindicando seus direitos. Parabéns!!!

Anônimo,  6 de novembro de 2009 19:18  

Eu concordo com a opinião de Jonga. Eu sou formada pela Universidade do Estado da Bahia, cujo curso de Direito fica localizado no sertão nordestino, mais precisamente na cidade de Juazeiro. E a minha turma, na primeira fase teve quase 100% de aprovação, o que é um indice normal naquela faculdade. A verdade é que o curso de Direito se banalizou, em qq esquina vc encontra uma faculdade que oferece o curso. Eu não vi nenhuma dificuldade na prova da OAB, nem na primeira, tampouco na segunda fase. O que falta aos bacharéis é estudo e dedicação. E, olhe que os alunos de faculdades públicas não têm metade do acesso a livros atualizados que um aluno de faculdade particular tem, no entanto, nós do ensino publico temos um diferencial: nos dedicamos e estudamos de verdade.

Anônimo,  7 de novembro de 2009 12:10  

Anônimo 19:18, você quem pensa que os alunos de faculdades particulares têm acesso fácil a livros. Ledo engano seu, pois todas as falculdades particulares (TODAS), têm lixos nas prateleiras de suas bibliotecas e não livros. Raramente se encontra um livro atualizado na biblioteca dessas faculdades. O diferencial é que as públicas têm professores comprometidos com o ensino, para eles não importa se tem que reprovar um aluno, não importa se ao final do curso á sala de aula só terá 10 alunos (os outros desistem por reprovação). As faculdades particulares aprovam todos (mesmo sem o aluno saber), pois elas querem é segurar o aluno na faculdade e garantir o lucro, não importa se o aluno aprendeu ou não. E um detalhe: em faculdade particular qualquer um é professor, é sofrível o nível do corpo docente das faculdades.

Anônimo,  7 de novembro de 2009 12:13  

17:26, direito é direito e as outras profissões são as outras porofissões. Esse papoinho de querer que elas sejam iguais já não faz eco nenhum. O direito que cuide em se aperfeiçoar e deixe as outras profissões para elas próprias cuidarem. Não tem a nada a ver com igualdade, nada a ver. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Anônimo,  7 de novembro de 2009 12:21  

12:05 (6 de Novembro), nem saiu resultado e você já quer fazer o recurso? Isso prova que você não tem mesmo condições para advogar. E você quer maior número de caracteres para que, para escrever o que os tais manifestantes, dentre eles você, escreveram? "Para um bom entendedor, meia palavra basta". Se você tem razão não vai precisar escrever um livro.Quem escreve muito é porque não tem direito, geralmente.

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