Como trabalhar a crença na aprovação?

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Você considera importante os aspectos emocionais da preparação? Você sabe como trabalhar estes aspectos emocionais ao longo do processo de implementação do esforço voltado à busca da aprovação?

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20 comentários:

Anônimo,  3 de novembro de 2009 17:58  

Meus amigos do contra. Essa é a primeira vez na história do Exame da Ordem que a peça trabalhista foi mal elaborada, nos demais exames todos os bachareis saíam da prova com a certeza absoluta da peça em questão. Dessa vez não. Para quem diz que queremos ganhar no grito (os que fizeram ACP) me respondam por favor.
1- Que verbas seriam consignadas?
2- Tinha Jose ferias vencidas?
3- Que tipo de auxilio doença?
Pergunto isso pq a propria previdencia quando se preenche o formulário para o beneficio questiona.
Me respondam por favor... seria de imensa utilidade.
Essas perguntas na vida real - já que a OAB realiza a peça pratica com o pretexto de avaliar a preparação do advogado para o dia a dia - seriam imprescindíveis para entrar com qualquer ação na JT. A diferença da prova para a vida real, é que na vida real teríamos todos os dados necessarios atraves de nosso cliente.
Aos que fizeram ACP, não cantem vitória antes da hora, afinal a pegadinha tambem pode ser a favor da RT ou IJ.

Anônimo,  3 de novembro de 2009 18:22  

nao é a gente que ta dizendo é os fatos amigo...........etodos os melhores professores do brasil, nao é faci mas nao é dificil tb....

Anônimo,  3 de novembro de 2009 18:41  

Fiz ACP, mas concordo plenamente. Ninguém sabe o que nos espera... E outra: tinha feito todas as peças das provas anteriores e nenhuma apresentava dificuldades na identificação da peça, diziam faça uma reclamação trabalhista... faça uma contestação... qual a peça cabível, considerando que não cabe tal peça... estou vendo pessoas aprovadas em provas anteriores criticando, e gostaria apenas de lembrá-las que não tiveram a mesma dificuldade. No meu caso, passei duas horas até me decidir pela consignação e tive apenas 3 horas para redigir a peça e as 5 questões. Acho que me saí bem, o que não me dá o direito de não ser solidária aos colegas, tendo em vista que, se comparadas a provas anteriores, a dificuldade foi muito maior... isso sem falar na formulação da questão, lamentável para uma banca do nível Cespe... para mim a prova foi decepcionante, até porque após ler todas as teses, tenho que concordar que reclamação trabalhista seria a medida mais correta, e corro o risco de ter errado na minha ACP, que fiz inteirinha pensando: "será que é isso mesmo?"

Pergunta, aliás, que me faço até agora...

Anônimo,  3 de novembro de 2009 18:48  

Amigo responda as perguntas. Com certeza vc fez ACP(teoricamente já é um futuro advogado - na sua cabeça).
Você como advogado na vida real, entraria com uma ACP somente com as informações fornecidas pelo Cespe?
Não procuraria saber qual era o tipo de auxílio doença etc?
FATO, nobre amigo, é que a OAB e o CESPE não colocaram informações claras e coesas para a resolução do problema.
A PROVA É PRÁTICA PROFISSIONAL.
Que profissional eles querem se não fornecem as informações essenciais?
Na prática, digo e repito, só entraríamos com a devida medida se tivéssemos a certeza dos FATOS/INFORMAÇÕES.

Anônimo,  3 de novembro de 2009 19:38  

Só para retificar, anônimo, espero que sua concordância verbal na peça tenho sido melhor que: "não é a gente que ta dizendo é os fatos". Bons estudos.

Anônimo,  3 de novembro de 2009 19:39  

Ilustres colegas,
Temos que ter um único objetivo: anular a questão da peça.
Está havendo uma organização para uma manifestação passifica em todos os Estados da Federação no dia 10/11/09 às 12:00, em frente as seccionais da oab.
Participem!

Anônimo,  3 de novembro de 2009 21:58  

é os fatos
brasil
é faci

como deve ter se saído esse examinado na redação da peça?

Gerson,  3 de novembro de 2009 22:10  

para o Anonimo das 17:58h:
1o. as verbas rescisórias seriam 3 dias do mes de julho, referentes ao saldo dos 15 dias em que o empregador tem que pagar em caso de licença-saúde(12 em junho + 3 em julho = 15 dias), a partir dai o pagto é de responsabilidade do INSS, este saldo de salário deveria ser pago até o quinto dia de agosto. O problema fala que ele não mais voltou a partir de 21 de julho, então.....
2o. o problema foi omisso quanto as férias. houve tempo para ele gozar de 12 de maio até 18 de junho. se não houve menção, não nos cabe divagar.
3o. não importa o tipo de auxilio-doença, em qualquer caso cabe rescisão por justa causa em caso de abandono de emprego (CLT, 482 "i" + sumula 32 do TST) e SEM necessidade de IJAFG.
Agora, em cima dos 3 dias R$ 46,50 ainda incidiria a contirbuição ao INSS parcela do empregado, ai o bicho pega, ter que calcular 8% em cima, consignando a diferença.
Concordo contigo quando a diferença com a vida real.

Gerson,  3 de novembro de 2009 22:21  

se não esqueci de nada, eis as peças que poderiam ser pedidas....
com certeza, é muito complicado...

inicial: (empregado x empregador; trabalhador x contratante; sindicato x sindicalizado; sindicato x sindicato; federações x os anteriores; IJAFG, execução de TAC-MPT, de TA-CCP)
contestação
consignação em pagamento
excessão
reconvenção
r ordinário
embargos de declaração
embargos a penhora
embragos a execução
agravo de petição
agravo de instrumento
mandado de segurança
r revista
embargos infringentes
ACT
CCT
embargos de divergencia
recurso extraordinário
ação rescisória
reclamação (STF)
pareceres

Anônimo,  3 de novembro de 2009 22:40  

Gente vamos brigar pelos nossos direitos, ao invés de ficar discutindo no blog, vamos unir forcas gente, que vai dar tudo certo.
Alexandre

Anônimo,  3 de novembro de 2009 23:44  

Pessoal, o problema da prova trabalhista já encheu o saco de todos. Por favor, tá bom demais o que já se falou. O forum aqui tem outro tema diferente, esqueçam a prova de trabalhista, a única coisa agora a fazer é esperar o resultado dia 16.
Bem, quero dizer que ninguém nunca está preparado para o pior no exame de ordem. Uma eventual reprovação é uma "paulada" violenta no psicológico de qualquer um. Eu, por exemplo, fiquei deprimido e tomando remédios de tarja preta por ter sido reprovado a primeira vez. Fiz três vezes o exame; a segunda vez eu fiz por fazer, pois andava absolutamente fora de controle emolcional e deprimido(nem para estudar eu tinha coragem). Fiz um tratamento e consegui melhorar e aí na terceira vez, mesmo ainda bastante abalado psicologicamente, consegui aprovação.Não é fácil, por isso que desejo sempre que todos, rigorosamente todos consigam aprovação, não desejo o que passei (uma reprovação) ao meu pior inimigo. As faculdades deveriam ter um psicólogo para fazer uma preparação dos alunos (e dos familiares) no último ano da faculdade, mas elas simplesmente viram as costas, não querem nem saber dos coitados que sofrem depis barbaridade e sem apoio de ninguém.

Danilo,  4 de novembro de 2009 00:39  

Oi Mauricio,
fui contemplado na promocao que dava senhas de acesso ao tuctor mas ainda nao a recebi. Ja envie email para o seu email (lado direito do site) e para o site do Tuctor. Se possível, me avise quando será possível disponibilizá-la.
Obrigado
Danilo Albuquerque

Maurício Gieseler de Assis 4 de novembro de 2009 00:47  

Oi Danilo,

Crie um novo e-mail e me mande exatamente o primeiro texto que vc me escreveu reclamando que não ganhou a senha. Eu me lembro que te enviei o código, mas, por algum motivo, o mail voltava. E olha que eu tentei várias vezes, de todo jeito possível.

Aguardo seu contato.

Abraços!

ROSANA 4 de novembro de 2009 08:15  

Para o anônimo das 17:58.Esta não "é a primeira vez na história do Exame da Ordem que a peça trabalhista foi mal elaborada". A prova de 2008.3 - sim, foi pior, lembram do fatídico "DANO MORAL", que só pelo fato de não menciona-ló na peça trabalhista a CESPE tirou metade dos pontos. Só que agora pelo jeito a CESPE resolveu tirar foi tudo na cara, mas acho que isso não deve acontecer, concerteza tirar pontos de quem não fez ACP deve ser feito como já explanou o juiz de trabalho, pois não tava dificil identificar a ACP, o problema é que muita gente não sabe que poderia ser aplicado na justiça do Trabalho, mas anular a prova é demais, tem muita gente querendo entrar pela janela, aliás vcs. deveriam lutar p/ que possa ser aceito a IJ ou RT, pois assim não ficaria tão explicito a malicia que muitos estão tendo p/ entrar na OAB na marra. Graças a Deus passei no exame de 2008.3, isto porque aprendir a jogar o jogo da Cespe: qdo. vc pensar que não é - é. Quem não passar continue na mesma área e treine TODAS as peças, não vão na conversa de professores de cursinhos que assim como a OAB só querem saber do seu valioso dindim. Sorte p/ todos.

Anônimo,  4 de novembro de 2009 08:56  

Vou falar uma coisa aqui esse Jose Henrique que ta "liderando" o movimento pró-inquerito esta pensando nele pra se alto promover ele é dos democratas e que se candidatar a cargo politico...isso i vaiservir sim pra ee se promover com plateia,OAB e os bobinhos que acham que a CESPE vai ceder facil.......

Anônimo,  4 de novembro de 2009 09:03  

Já que ninguém fala de Direito Civil. Minha sugestão de TESE PARA RECURSO sobre a PEÇA (APELAÇÃO, sem discussão): "Considerando a situação hipotética acima apresentada (...)". Então temos que, situação hipotética significa uma situação que não é real, logo, se não é real, 7 de setembro pode ser ou não ser feriado, fica a critério do intérprete, ou seja, quem datou 21 de setembro também acertou. Já quanto à questão 1, não há dúvidas, trata-se de Direito Constitucional, portanto nula. A questão 3 também deixa a desejar. Se o espelho for com base no art. 475-N, II do CPC (como a maioria diz ter respondido), já estou com o Recurso pronto. Isto porque a que questão pedia o que deveria ser feito para obter "a reparação civil por danos materiais". Turma de Direito Civil, também fomos vítimas de pegadinhas e erros! Vamos comentar nossa prova. As discussões sobre a Prova de Direito do é "dar chute em cachorro morto", seja IJ ou ACP, vai ter reprovado aos montes.

Anônimo,  4 de novembro de 2009 11:16  

É muito difícil! O CESPE trabalha contra você! São especialista, até quando?

Anônimo,  4 de novembro de 2009 12:46  

Primeiro, quero parabenizar o Dr. Maurício pela iniciativa muito bem elaborada do seu blog.
Segundo, percebo o despreparo cada vez maior dos candidatos a OAB que insistem na discussão relacionada a prova prática profissional de Direito do Trabalho.
Veja, aqui o link trata de como trabalhar a crença na aprovação, direcionando o leitor-colaborador ao Blog Tuctor, que possui um texto muito bem redigido pelo R. Rogério Neiva, que trata sobre o sentimento emocional e racional do candidato que queira ter sucesso seja onde for.
No entanto, percebo que sequer alguns leitores-colaboradores atentam-se a isso, ou realmente são péssimos interpretes (talvez por terem fugido da aula de interpretação de texto no ensino fundamental) e agora questionam tardiamente o texto elaborado pelo CESPE na prova de Direito do Trabalho.
Na verdade, vejo que (eles) não sabem interpretar, tão pouco ler e ouvir, apenas falam, (como dizia o filósofo: como ignorantes, que nos domínios dos conhecimentos seus, não detém nenhum domínio. Apenas energia
desperdiçada inutilmente! A jóia
encravada no seu crânio é estéril), e questionam o inquestionável, procuram obter informações obscuras ao invés de se atentarem às que estão as claras, e ficam procurando por aquilo que não se acha.
Infelizmente é assim, o brasileiro sempre procura um jeitinho para as coisas, e quando defrontam-se com dificuldades, apelam e dizem lutar por direitos. O pior é que muitos nem sabem de qual direito se busca.
Então, ao ANÔNIMO DAS 17:58, se você crê que sua peça foi bem redigida, com convicção dos fatos narrados, não há com que se preocupar, espere e sonhe por aquilo que você lutou, não adianta discutir aqui, até porque o link possui outro tema.
Fiz a prova e estou convicto do que fiz, os gabaritos extraoficiais não são oficiais, apesar de terem sido elaborados por Ilustres renomados. Vamos aguardar.
NUNCA DESISTAM DE SEUS SONHOS E SE NÃO FOR DESSA VEZ, AMÉM!!!! NÃO SERÁ NA PRIMEIRA PEDRA QUE DESISTIREI, seguirei confiante na busca daquilo que sempre sonhei.
Este pensamento concretizado no meu ego, é graças a mensagens de auto ajuda como esta do link, então ao invés de questionar o inquestionável, procurem uma melhor preparação para a próxima, não só racional, mas emocional, porque na profissão que procuramos, VAMOS PRECISAR, E MUITO.

Anônimo,  16 de novembro de 2009 12:55  

Olá, Vanessa gostaria de receber o material. Desde já agradeço!!

Email: shed_lima@yahoo.com.br

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