737 mil universitários cursam escolas ruins

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Dados divulgados na segunda-feira pelo Ministério da Educação mostram que 737 mil estudantes universitários do país estudam em instituições reprovadas pelo MEC, informa reportagem de Fábio Takahashi, Larissa Guimarães e Ângela Pinho para a Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). O índice corresponde ao aumento, entre 2007 e 2008, do número de instituições universitárias reprovadas na avaliação do Ministério da Educação.

A análise dos dados permite importantes conclusões: a) os piores desempenhos são das instituições privadas (39% receberam notas 1 e 2) e municipais (51%); b) as federais se destacam (52% levaram 4 ou 5).

O MEC diz não ser adequado comparar instituições com tamanhos tão diferentes. Por isso, divulga as notas em três blocos (universidades, centros universitários e faculdades).


Rápido e rasteiro:

1 - O que se esperar de um profissional oriundo de uma instituição ruim?

2 - A culpa pelo elevado número de reprovados no Exame da OAB é da prova em si ou das faculdades?

3 - Para que serve o MEC, que autoriza e permite o funcionamento dessas instituições?

4 - Por que a OAB não move um músculo contra as faculdades de Direito caça-níqueis? (expressão cunhada pelo próprio Cezar Britto)

4 comentários:

Anônimo,  1 de setembro de 2009 18:55  

As faculdades cresceram da mesma forma que os cursinhos, para gerar dinheiro às custas da ignorância da população.

A AOB não vai mexer um dedo, porque quanto mais alunos reprovarem, mais lucro ela terá, cobrando esses absurdos nas incrições e reprovando mais que 80%.

Em suma, quem paga o pato é o povo, que está sendo lesado pelo Estado e pela OAB, que deveria olhar com mais carinho essa situação.

Ricardo 1 de setembro de 2009 19:02  

A culpa pelo elevado número de reprovados no Exame da OAB é da prova em si ou das faculdades?

Eu sou defensor da INconstitucionalidade e da EXTINÇÃO do Exame de Ordem. O enorme índice de reprovação ocorre porque a prova é incompatível com a realidade da graduação em Direito. Somente os professores, que convivem com os alunos durante o período letivo, está em condição de impedir ou não o exercício da advocacia do candidato a bacharel.

A OAB não tem interesse em diminuir este percentual e a velha notícia repitirá: "Exame de Ordem XXXX.X bate recorde de reprovação".

Anônimo,  1 de setembro de 2009 20:42  

Referente a pergunta 4:
"Barata viva não atravessa galinheiro" Vc esta lembrado de um senador cursando Direito em FACULDADE PARTICULAR e que não estava frequentando as AULAS?

Anônimo,  1 de setembro de 2009 21:33  

Refernete ao item 4°:
"A política é a ciência do interesse".
Vivemos num mundo de HIPOCRISIA e CORRUPÇÃO e um judiciário desacreditado......

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