Ensino Jurídico - Fórum que discute o assunto tem resultados práticos

quinta-feira, 16 de julho de 2009

O trabalho do Fórum Permanente de Discussão sobre a Qualidade da Educação Jurídica em Goiás já tem resultados práticos. É o que comemora seu presidente, o conselheiro seccional da OAB-GO Flávio Buonaduce Borges, que acumula a presidência da Comissão de Ensino Jurídico da instituição. Por meio do fórum, as faculdades são convidadas e estimuladas a discutir a qualidade do ensino jurídico e a debater o Exame de Ordem, além de apresentar propostas que possam contribuir para o aprimoramento do certame.

Flávio Buonaduce lembra que, das três questões anuladas na fase objetiva do primeiro Exame de Ordem de 2009, duas foram objeto de anulação em razão da manifestação dos membros do fórum, proposta que foi encampada pela Comissão de Estágio e Exame de Ordem da Seccional. "Foi por meio do fórum que a Uni-Anhanguera, após receber as provas do último certame da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB-GO, sugeriu a anulação de quatro questões da primeira fase", diz.

As sugestões foram levadas pelo presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB-GO, Júlio César do Valle Vieira Machado, para a reunião do colegiado, no Rio de Janeiro, no dia 12 de junho, e duas acabaram sendo acatadas pelo Centro de Seleção e Promoção de Eventos (Cespe), o que gerou uma alteração na correção das provas aplicadas em todos os Estados da federação que participam do exame unificado.

Para Flávio, o fórum está cumprindo seu papel ao servir de elo entre as faculdades e a OAB-GO. "As faculdades devem usar mais esse instrumento, discutir a educação jurídica e propor questões que melhorem o Exame de Ordem", afirma. "Por meio do fórum, as sugestões em relação ao certame chegam ao Cespe, responsável pela elaboração das provas".

Fonte: OAB/GO

1 comentários:

Anônimo,  16 de julho de 2009 19:30  

Grande coisa questões serem anuladas em razão de discussões delas no fórum. Esse fórum seria mesmo eficaz e teria algum valor se ele fizesse sugestões e tivesse força suficiente para convencer a OAB a mudar o formato do exame que, como está, é uma verdadeira incecência espalhando injustiças para todos os lados.Não sou contra o exame em si, mas contra o formato atual sou radicalmente contra, se for para manter isso que aí, essa palhaçada, essa má-fé de quem o patrocina,é melhor que seja mesmo extinto.

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