UnB é a primeira no Exame Nacional da OAB

terça-feira, 2 de junho de 2009

94% dos bacharéis formados pela universidade foram aprovados na última prova da ordem, em maio

A Universidade de Brasília conquistou o primeiro lugar na primeira edição do Exame Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil em 2009. Com 94% de aprovação, a instituição emplacou 34 dos 36 ex-alunos inscritos na primeira fase da prova. O resultado, o melhor conquistado pela universidade nas três últimas edições do teste, deixa a UnB à frente de outras 570 intituições de ensino superior do Brasil, entre públicas e privadas. A segunda fase do exame, que teve 60 mil candidatos, ocorre em 28 de junho.

Para a diretora da Faculdade de Direito da UnB, Ana Frasão, o alto índice de aprovação comprova o mérito na formação dos estudantes. “Buscamos o equilíbrio entre as atividades teóricas e práticas. A formação humana de nossos alunos é um diferencial”, comentou. Na avaliação dela, o investimento na área humanista e filosófica do curso destaca a UnB entre as demais instituições. “Há uma preocupação geral com a entrada dos alunos no mercado. Mas não é só isso que forma um bom profissional”, observou.

Segundo o coordenador do exame, Dilson José de Oliveira Lima, o resultado serve como uma avaliação do curso oferecido pelas instituições de ensino superior do país. “É uma prova rigorosa, mas os altos índices de aprovação da UnB mostram que, se os candidatos estiverem bem preparados, a aprovação será uma consequência”, afirmou. Os resultados anteriores mostram um crescimento do índice de aprovação entre formados da UnB na OAB. Na penúltima edição do exame, em 2008, a universidade ficou em 7o lugar, com 89% de aprovação. Na prova anterior, o índice de aprovação foi de 75%.

A recém formada Jaqueline Lopes, 23 anos, acredita que alunos da UnB tem mais facilidade na prova se comparados aos de outras faculdades de Brasília. "O conteúdo humano é um grande diferencial. Esperava um prova mais complicada", afirmou. Para se preparar, a ex-aluna investiu em exercícios cobrados nos exames anteriores. Outro formado pela UnB entre os 34 aprovados, o funcionário público Natal Ferreira, 40, acredita que "a prova avalia o curso, pois cobra o conteúdo oferecido em todos os semestres do curso".

PÚBLICAS SÃO AS MELHORES - As 15 primeiras colocações no ranking do Exame Nacional da OAB ficaram com universidades públicas - 13 federais e duas estaduais. Atrás da UnB, vieram as federais de Santa Catarina (UFSC), com 92%, de Sergipe (UFS), com 91%, e a da Bahia (UFBA), com 90%. “O resultado comprova que as instituições públicas, mesmo com eventuais dificuldades, mantém a formação de melhor qualidade em Direito no Brasil”, comentou Dílson José, representante da OAB.

O exame da OAB é obrigatório para os bacharéis em Direito que querem advogar. Realizado três vezes por ano, o exame só pode ser feito por candidatos que já concluíram o curso superior. Na primeira fase da prova, os candidatos respondem questões objetivas sobre o conteúdo acadêmico. Na segunda etapa, os aprovados escolhem uma área específica do Direito, como criminal ou trabalhista, por exemplo, para avaliação de conteúdo específico.

30 comentários:

Anônimo,  2 de junho de 2009 18:28  

Quem aplica o exame da ordem é a CESP/UNB....., estranho né ????

Anônimo,  2 de junho de 2009 18:48  

Eu só faço uma simples e direta pergunta: a quem pertence o CESPE, que elabora e aplica a prova do exame da OAB? Têm certas coisas que são incompreensíveis e ficarão eternamente sem serem compreendidas. É por causa disso e outras coisas mais que defendo uma CPI do exame.Pode até ser que a a CESPE nãoi tenha nada a ver com tal indice de aprovação da UNB, pode até ser, mas que é esquisito é até demais.

Anônimo,  2 de junho de 2009 18:58  

Legal mesmo...espero que sejam méritos realistas caso contrário é vergonhoso, pior de tudo ainda ler o que a ex-aluna escreveu....que se baseou em exercícios das provas anteriores..realmente essa prova tinha tudo a ver com as anteriores!!!!!!!!Parabéns.

Anônimo,  2 de junho de 2009 19:01  

Universidade de Brasília aprova praticamente todos? Ah, mas precisa a Polícia Federal agir rápido, ah precisa....

Anônimo,  2 de junho de 2009 19:04  

Vixiiiiii...escancarou geral..tem que excluir a Unb do exame e mandar os bacharéis de lá fazer o exame em Minas Gerais...há cheiro de imoralidade no ar.

Anônimo,  2 de junho de 2009 19:07  

PRCISAMOS CONHECER OS NÚMEROS ANTES DO EXAME SER FEITO PELO CESPE, TEM COMO, OU SEMPRE O CESPE QUE FEZ?

Anônimo,  2 de junho de 2009 19:09  

Puts. Deveriam pelo menos disfaçar um pouco né? Tipo aprovar 90% e tal e coisa.

Anônimo,  2 de junho de 2009 19:12  

Pronto, encontraram a porteira, agora vai chover de matrículas na UnB. Lá é garantia de aprovação. Também pudera...se eu fosse o dono da coisa meus candidatos seriam aprovados todos.

Anônimo,  2 de junho de 2009 19:16  

gentemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm dos céus!!!!!!!!!!!

Anônimo,  2 de junho de 2009 19:23  

Onde fica o princípio da moralidade pública? É mais um motivo para o exame acabar. É ilógico, ainda que não exista nenhuma falcatrua, os que foram alunos da UNB fazendo a prova elaborada pelo CESPE. Em nome da moralidade pública o exame tem que acabar.

Anônimo,  2 de junho de 2009 21:28  

Eita Brasillllllllll...é "nóis" na fita. Viva o Brasil!!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo,  2 de junho de 2009 21:36  

Sabe, depois dos recursos a UNB vai atingir a nota máxima, qual seja, 100% de aprovação. Alguém duvida? Eu não divido um milímetro. Sei não, melhor eu não escrever além disso para não dizer umas verdades aqui, pois a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco.

Anônimo,  2 de junho de 2009 22:28  

A prova da OAB esta sendo usada como parâmetro para avaliar o "ensino jurídico" no país, é lógico que a UNB nao iria permitir que seus próprios alunos não conseguissem uma boa colocação. Porque se nem ela conseguisse fazer a própria prova, com quais argumentos iria sustentar que a prova avalia alguma coisa... O correto seria eles fazerem uma prova que nao fosse elaborada pela UNB, ou entao a mesma deixar de realizar essas provas.

Anônimo,  2 de junho de 2009 22:43  

Anônio 22:28, não tem mais jeito, a coisa já está totalmente contaminada, a CESPE tem o rabo preso com a OAB e a OAB com a CESPE, então onde quer que esses bacharéis façam a prova haverá suspeição, a não ser que façam em Minas Gerais, pois Minas é a única seccional que não faz parte da lixeira.

Anônimo,  2 de junho de 2009 22:46  

A OAB deveria tomar vergonha e supender o exame até que isso fosse esclarecido por meio de uma investigação policial em nível nacional.

Anônimo,  2 de junho de 2009 23:09  

Isto na prática significa que é a própria Universidade de Brasília quem aplica a prova aos alunos que lá fizeram o curso. Ora, se é para uma tem que ser para todas as faculdades do Brasil. É ilegal, absolutamente ilegal a participação dos ex-alunos da UNB no exame realizado pelo CESPE. É passivel de anulação não só o exame 2009.1, como todos os anteriores.

Anônimo,  3 de junho de 2009 07:53  

discordo de vcs! basta estudar para ter êxito!

Anônimo,  3 de junho de 2009 11:15  

O último anônimo tem razão: basta fazer um cursinho de memorização e correr pra galera.

Anônimo,  3 de junho de 2009 12:57  

Olhem só como eu tenho rão quando sempre e sempre eu defendi que o exame de ordem é mero exercício de decoreba e por isso que passa são justamente os desqualificados. Vejam o coentário do anônio (11:15). Anônimo, digo a você que quem aprende tem o privilégio do saber e certamente será questão de tempo a aprovação. Como o exame privilegia a decoreba, pode até demorar um poucco, pois quem estuda apra aprender não passa mesmo em prova decoreba de memorização. Já quem decora tem a alegria momentânea de uma aprovação, mas não passará disso, pois na hora mesmo do "vamos ver", na hora de praticar de verade, será um eterno frustrado, pois não sabe, não aprendeu.Ao anônimo que disse que é só estudar, tenho a dizer que ele está confundindo decobeba com estudo. Exame da ordem quem estuda não passa, só passa quem decora e, cá para nós, os bens mesmo, os que sabe, estudaram e aprenderam e como a prova exige memorização, decoreba e não saber, então é evidente que os bons geralmente t~emmesmo mais dificuldadeemna aprovação.Mudem o exame, passem a exigir só a peça práticoproceesual que eu lhe garanto que 95% seriam reprovados, inclusive vocês dois, mas com um detalhe: os 5% de aprovados seriam daqueles que realmente deveriam ser os aprovados, são os que estão de fato preparados para o exercício da profissão.

Anônimo,  3 de junho de 2009 13:35  

DISCURSO DE QUEM NÃO ESTUDA.

nada de memorização .... TEM QUE ESTUDAR MSM.

Culpar a Cespe é fácil.... AGORA RECONHECER QUE É UM PÉSSIMO BACHAREL (em grande maioria) É DIFÍCIL.

FATO QUE A UNB É A MELHOR FACULDADE DO BRASIL. ACHAR Q OS ESTUDANTES SABIAM DA PROVA ANTES É PIADA.. TEORIA DA CONSPIRAÇÃO.

COM ESSE PENSAMENTO DE QUE PROVA É SÓ DECORAR... VÃO FICAR ANOS TENTANDO ....... EM SUMA: ESTUDEM !!

MAS NÃO BASTA ESTUDAR.. TEM Q APRENDER A FAZER PROVAR (tem muita, mas muita gnt que estuda muito e não passa, por ficar nervoso na hora da prova).

CONCURSO PÚBLICO, VESTIBULAR, E EXAME DA OAB. NO FUNDO É TUDO IGUAL... TEM Q ESTUDAR.. E NÃO SÓ ESTUDAR, MAS TAMBPEM APRENDER A FAZER PROVA, AI SIM VAI PASSAR.

E AOS INCOMPETENTES QUE NÃO RECONHECEM O SEU DEFEITO (QUE MUITAS VEZES LEVOU O CURSO NAS COXAS... COLANDO EM CÓDIGOS).... CONTINUEM CHORANDO............ VCS VÃO LONGE !!! SÓ LEMBREM.. SER BACHAREL EM DIREITO HOJE EM DIA NO BRASIL.. NAO É NENHUM MÉRITO... NÃO MSM.

Mariana Bicalho,  3 de junho de 2009 15:12  

Senhores, eu sou uma formanda da UnB, recém aprovada na primeira fase do Exame da Ordem e percebo que é imperioso destacar para aqueles que não conhecem a Universidade de Brasilia que não existe relação próxima entre o CESPE e a Universidade.

Na verdade, o CESPE é uma fundação de apoio muitíssimo criticada por se apropiar do nome da Universidade e sempre se manter distante desta, retornando muito pouco além do subsídio ao Restaurante Universitário.

Questionar a lisura da aprovação dos estudantes da FD-UnB é uma agressão que não possui qualquer substrato de veracidade!

A memória curta talvez não ajude a todos, mas é preciso lembrar que a Faculdade de Direito da UnB teve as maiores notas de todos os calouros e formandos de Direito do Brasil na prova do ENADE!
Agora isso também é porque nossa Faculdade fica em Brasilía e nós fomos ao ao MEC comprar o resultado? Façam-me o favor.

A UnB teve esse índice de aprovação por ser uma das melhores e mais sérias instituições de ensino do país, formada por um renomado quadro docente e estudantes de qualidade, selecionados pelo vestibular em Direito mais concorrido do Brasil.

Não joguem as frustrações com suas Faculdades na excelência da Moderna Academia.


Saudações!

Leandro Gobbo,  3 de junho de 2009 15:35  

Fui aprovado no exame 1.2009 e sou aluno da UnB, formando de julho/2009.

Gostaria de esclarecer que nós, alunos da Faculdade de Direito da UnB, não temos absolutamente nenhum contato com o CESPE. Aliás, honestamente, acho que o CESPE deveria inclusive deixar de usar o nome da UnB para sua promoção.

Ademais, falo por mim e por meus colegas de turma que nossa aprovação se deu pela qualidade da Faculdade de Direito e pela dedicação pessoal, unicamente.

Acredito ainda que apesar de o teste da OAB não servir para aferição de conhecimento jurídico, sem dúvida os alunos mais dedicados e que estudaram em melhores faculdades têm mais chances de aprovação.

Anônimo,  3 de junho de 2009 16:46  

A imoralidade do exame só trocou de lugar.

Anônimo,  3 de junho de 2009 17:02  

Como dito anteriormente: há cheiro de imoralidade no ar.
Mais uma decepção.....
Será que somente nós, Bachareis em Direito, percebemos a vergonha que está ocorrendo com o exame de ordem?????
E a OAB, simplismente se cala, aceitando passivamente uma vergonha dessas?????
Cade o MP para se pronunciar a respeito?????
Cade a moralidade nesse pais?????

Anônimo,  3 de junho de 2009 18:38  

Pra ser advogado basta a prática do dia a dia, não precisa ser inteligente, nem conhecer o Direito.Pouquíssimos são os quem podem ser chamados de juristas. Ser advogado é um despachante com diploma superior. Como digo, muitos poucos são os que conhecem as lacunas e os caminhos da lei.Não vejo a necessidade do exame de ordem.Milhares de bacharéis que passaram no exame, não conseguem ter o mínimo sucesso ou progresso na profissão. Tem que deixar a turma pegar a carteira.

Anônimo,  3 de junho de 2009 19:02  

Mariana, pode até ser que você tenha razão, mas tem aquele velho ditado: "até provar que "fucim" de porco não é tomada...". A própria UNB já deveria saber que fatalmente a relação entre o CESPE e a Universidade seria questionada em se tratando do exame. E, cá para nós, é possível até que você tenha razão, mas é bem razoável as pessoas relacionarem uma coisa com outra. Penso eu, que caberia a UNB esclarecer tal situação, se bem que eu penso não haver a menor possibilidade de esclarecimento; o moral mesmo, o ético, seria a UNB encontrar um meio de seus ex-alunos serem avaliados (se é que o exame avalia, que eu não acredito nisso)por outra instituição, ou então o exame ser realizado por outra entidade (auql eu não saberia dizer).

Anônimo,  3 de junho de 2009 19:04  

Poxa, Mariana Bicalho...lamento não poder acreditar.

Anônimo,  3 de junho de 2009 19:43  

O quê Anônimo 18:38?? "deixar a turma pegar a carteira"?? E deturpar ainda mais esse maravilhoso mundo do Direito?
Ah não! Estudar e se dedicar SEMPRE será a melhor escolha... Hoje, a desculpa é o 'bendito exame de ordem', e amanhã será qual???

Anônimo,  3 de junho de 2009 20:00  

Meu caro Anônimo que postou o comentário às 13:35, li todos os comentários e não encontrei nenhum dizendo que os alunos da UNB já sabiam as questões da prova. Por sinal, eu particularmente não acredito que as questões seriam divulgadas PARA OS ALUNOS (os dirigentes do CESPE e UNB não seriam malucos a tal ponto), mas penso que é absolutamente possível que esses alunos tenham recebido, de alguma forma, mesmo já tendo concluído o curso, aulas (de "araque")especificamente preparadas por alguém que já conhecia essas questões. Não estou dizendo que alguém já conhecia, mas é uma disconfiança que aflora no ideário de qualquer ser humano inteligente e é por isso, para que margens a desconfianças não sejam apareçam, que, em respeito ao princípio ético e da moralidade, que os ex-alunos da UnB não deveriam participar do exame realizado pelo CESPE e, como deve ser inviável qualquer outra instituição aplicar o exame exclusivamente para os bacharéis formadas na Universidade de Brasília (que são poucos e o mundo é movido por grana), o CESPE deveria se declarar, por questões éticas, suspeito e não realizar o evento.

Anônimo,  3 de junho de 2009 21:45  

Bendito exame só serve para a OAB controlar o número de advogados que ela quer no mercado. Não precisa exame, o que precisa mesmo é um controle e uma rígida avaliação perídioca de cada curso de direito, inclusive o MEC invetigando o vestibular de cada instituição, pois hoje todas elas, exceto as públicas, estão cheias de analfabetos funcionais (incluive hoje muitos nessa situação estão advogando, pois o exame não é capaz de escolher os melhores). Ou a OAB tá com medo de as faculdades tratarem a questão com seriedade e aí todos os alunos começarem a ser aprovados e o controle do número de advogados ir por água abaixo? Só pode ser esse o medo, por isso é melhor deixar como está, para a Ordem está bom demais, já que ala controla o número de profissionais que ingressam no mercado de trabalho e ao mesmo tempo abarrota seus cobres com a arrecadação via taxas de inscrição.

Postar um comentário

  © Blogger template The Professional Template II by Ourblogtemplates.com 2009

Back to TOP