A prova ficou mais difícil...

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Vejamos o resultado parcial da nossa enquete:

O que acharam da prova objetiva do exame 1-2009? (781 votos)

Fácil (3%)

Mediana (13%)

Difícil (34%)

Muito difícil (48%)

A percepção geral (82%) e de que a prova estava difícil. Eu diria que além de difícil, foi provavelmente a prova mais trabalhosa da OAB até agora.

Olhemos para o direito do trabalho, por exemplo. Antes era cobrado basicamente as súmulas e OJ's do TST. Agora o Cespe está exigindo muito mais as disposições da CLT, em conjunto com a jurisprudência sumulada.

As questões de direito constitucional e tributário também tornaram-se mais complexas. Até mesmo as mais que badaladas questões de ética estavam mais difíceis.

Muitos estão reclamando que responder a prova foi uma tarefa muito cansativa e que as questões estavam extensas demais.

Eu já notei que o exame começoua ganhar uma maior complexidade desde o 2º exame de 2008. se anotícia de que mais matérias serão acrescidas ao exame no ano de 2010 se confirmarem, os índices de reprovação irão para patamares nunca antes vistos.

De toda forma, essas são impressões gerais. Só teremos um panorama claro quando o resultado da 1ª fase sair, quando também são publicadas por algumas seccionais as estatísticas do certame.

8 comentários:

LuBezerra 18 de maio de 2009 01:42  

Nem me fale de constitucional...me sinto uma analfabeta em matéria de CF e olha que foi uma das matérias que melhor estudei fazendo exercício das passadas e lendo bastante a lei... mas não acertei nenhuma ao que parece.

Minha situação é delicada: estou com cerca de 48 pelo gabarito daqui, 53 no do Jornal dos Concursos e tentando comparar com os demais gabaritos fornecidos, além, é claro, de torcer por algumas anulações que possam me favorecer e ajudar a aumentar os acertos para eu não ficar tão na berlinda... que SUFOCO!

Paulo,  18 de maio de 2009 01:53  

Este foi meu primeiro exame da Ordem....Achei a prova realmente difícil e, especialmente, trabalhosa e extensa. Fiz entre 50 e 51 nos extra-oficiais, ou seja, nada ainda é certo hahah

O que me dá um pouco de esperança é que eu não acertei nenhuma das questões que estão sendo comentadas como as mais passíveis de anulação, ou seja, tudo o que vier é lucro hahah

abraço

Anônimo,  18 de maio de 2009 12:24  

prova muito complicada!

fiz umas 56 pelo gabarito daqui e Jornal dos concursos...

no cespe são paulo 137 tinha acertado 67 questões.. agora com o unificado cai para 56... escolhi tributário na segunda fase... estou até com medo porque... mudar não adianta mais.. depois que gastei quase 600 reais com livros de tributário.. uns 400 reais com cursinho.... 180 da inscrição da oab.... e fui reprovado...agora é mais 180 desse exame.. mais uns 200 reais de cursinho... e rezar para ser aprovado né...porque.. puxa vida.. já me tomaram uma puta grana.... abraços!

Josias,  18 de maio de 2009 13:33  

2008.3 estava mais difícil. Ética, nesse, p. ex., não caiu regulamento geral. Penal foi mais fácil.
Administrativo e tributário foram um pouco mais difíceis. Processo civil e civil foram mais fáceis. No final, acaba quase dando na mesma.

FLAVIA-ABC,  18 de maio de 2009 14:03  

Olá....
Será que o Prof. Fernando Nogueira de Trabalho não teria nenhum comentário para fazer sobre a questão 8? Obrigada.

Rê :) 18 de maio de 2009 16:39  

Com certeza não foi dessa vez que passei. Essa prova é um desânimo total. :(

Anônimo,  18 de maio de 2009 18:06  

Saí da prova morrendo de dor de cabeça.
Nunca tinha feito um exame tão extenso e tão trabalhoso.
Antes da metade da prova, se eu não conseguia enxergar direito as palavras imaginem interpretá-las.
Creio que algumas imposições deveriam ser revistas. Não há problema em se fazer o exame, porém sem excessos.
SSG/Rio de Janeiro

Anônimo,  19 de maio de 2009 01:14  

Faço parte do rol dos bacharéis que estão desanimados!
O Exame de Ordem está perdendo seu real objetivo, que deveria ser estritamente a de selecionar profissionais com limite aceitável para o mercado de trabalho. Entretanto, pelo que se percebe, principalmente neste último exame, que o foco é outro: a de fomentar o lucro dos donos de cursinhos e garantir o mercado para os advogados atuantes e principalmente a própria OAB, que tem lucrado muito. Ninguém se mobiliza para uma reformulação do ensino e fechar as portas das Faculdades medíocres, com seus professores cada vez mais medíocres. Sabe por que ninguém faz nada? É porque a comodidade brasileira realmente é contagiante, e faz parte da nossa cultura. Enquanto que todos os "outros" favorecidos acham tudo muito bom, pois é motivado pelo lucro "imoral"! Todo mundo sabe que o profissional ruim acaba sendo excluído do mercado. A perspectiva do Exame, para mim, perdeu meu respeito, pela falta de respeito para com aqueles que levam a vida com muitas dificuldades. Poucos observam que somos vitimados por cooperativismo absurdamente mercenário! De fato bem inerente à classe dos Advogados.

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