Dicas para a 2ª fase

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Se você estiver treinando para a segunda fase, atente para o seguinte:

1 - Treine o tempo que você leva para elaborar a prova, pois na hora H o fiscal não vai lhe dar nenhuma colher de chá se o tempo de repente acabar e você não terminou tudo;

2 - Confira o número de folhas que você usou no rascunho e que passará a limpo. Não escreva mais do que o espaço da sua prova permite, pois além de perder tempo, você pode ir além do permitido...e o Cespe não vai te perdoar;

3 - O mais importante, em toda a prova, é acertar a peça processual a ser feita. Não tenha medo de gastar dinheiro em um ótimo livro de direito processual;

E se você não começou a treinar, está esperando o quê?

12 comentários:

Anônimo,  21 de maio de 2009 08:24  

Duvidas sobre a estética;
Nas questões também é obrigatório deixar paragrafo no meio da folha ou somente na peça?

LuBezerra 21 de maio de 2009 14:10  

Comecei hoje, as dicas de português foram valiosas. Mas agora só falta passar na primeira também para tentar a segunda! rs

Anônimo,  21 de maio de 2009 14:13  

Dr. Maurício,

Só fazendo um adendo ao que vc disse em uma das dicas para a segunda fase.. o importante é acertar a peça processual... eu acho que não.. a não ser que a adequação da peça ao caso concreto valha mais que 1 ponto... porque, dessa vez, o cespe são paulo aprovou em tributário quem errou a peça, isso porque quem errou perdeu somente 1 ponto... eu que acertei a peça fui reprovado... abraços!!!

Anônimo,  21 de maio de 2009 16:13  

NÃO É NECESSÁRIO TUDO ISSO
Responda como uma questão simples. Lembre-se dos seus tempos de escola...
SÃO LUIS - MA

Anônimo,  21 de maio de 2009 18:42  

Dr. Maurício, todos os cursinho ensinam a teoria e também a prática na elaboração das peças processuais, só que nenhum deles utiliza os modelos de rascunho e do texto definitivo que o bacharel utiliza para realizar a prova (peça e as questões). Em razão disso sempre fica a dúvida: onde começar o párágrafo, quantas linhas deve saltar, enfim, o bacharel sempre fica em dúvida sobre o que é realmente uma boa estética para os examinadores. Por isso, daria para o Dr. Disponibilizar no Blog um modelo de peça e um modelo de resposta das questões? Outro detalhe: embora no edital conste que o rascunho não é levado em consideração pelos examinadores eu desconfio que tem examinador que leva, sim, em consideração os rascunhos (MAS SÓ PARA ALEGAR QUE A CALIGRAFIA É IMCOMPREENSÍVEL), será que isso, levar em consideração a caligrafia do rascunho, é possível de acontecer e o bacharel ser prjudicado?

Anônimo,  21 de maio de 2009 19:01  

Anônimo das 14:13, em SP também ocorreu comigo. Pelo menos 4 colegas meus erraram a peça e o endereçamento (e dois deles nem mesmo fizeram)e foram aprovados e eu que fiz a peça completa (e acertei) me lasquei. Eles acertaram as 5 questões, o que acho muito estranho alguém, diante de 3 examinadores, obter nota máxima dos três e em todos os quesitos das 5 questões. Ou os colegas são gênios no direito e no português, ou os examinadores é que são gênios ou seres extraterrestres.Mas sabe, conheço todos meus colegas muitíssímo bem para afirmar que nenhum deles é gênio. E para complicar as coisas vou lhe dizer uma: comparei minha prova com um dos tais colegas e em um quesito ele obteve a pontuação máxima e eu obtive menos da metade da pontuação, só que com um detalhe: até as vírgulas das nossas respostas (que eram curtas) estavam iguais. E mais ainda: nesse quesito o meu recurso foi indeferido e sabe qual foi a alegação? "Dificuldade na identificação dos grafemas"; só que, por desencargo de consciência (pois eu sei que minha letra é legível), pedi pelo menos para umas 40 pessoas lerem em voz alta (pra eu escutar e ter certeza que elas entenderam minha caligrafia) o que escrevi e todas, absolutam,ente todas leram e sem nem titubear. E cá para nós, minha letra estava absolutamente legível. Pura sacanagem, a troco do que eu não sei.Fico até pensando que isso é que nem multa de trânsito: tem que mostrar serviço de acordo com o que o "patrão" quer.

Anônimo,  22 de maio de 2009 08:35  

Até parece que vcs estão falando sobre a minha prova rs, aconteceu exatamente o mesmo comigo, o meu exame era de TRIBUTÁRIO em SP, será que o de vcs tambem ?

Pois bem, estou indo pra 2a. fase de novo, e novamente tributário, afinal já tinha gasto aproximadamente R$1.000,00 em livros, sem falar na grana do cursinho.

Outra coisa que me intriga, porque o CESP NACIONAL não disponibiliza o gabarito da 2a. fase ?

Anônimo,  22 de maio de 2009 08:51  

Anônimo das 19:01,

Não tenha dúvidas meu caro, sabe o que aconteceu no meu recurso? Eles deferiram um quesito que valia a menor pontuação, e no outro quesito eles colocaram assim (que valia bastante e se fosse integralmente deferido eu passaria): "deferido PARCIALMENTE"... quase que ligo no cespe e mando os examinadores enfiarem no rabo deles isso!!!.... sem fundamento! acredita?! eles não falaram por qual motivo!... e outra amigo, fiquei sabendo que teve gente que fez cada peça em penal... até mandado de segurança para o TJ está rolando um boato por aí!! e passaou!!!!! eu não acreditei, nunca vi isso!!!... e mais ainda amigo, quando eu fiz, só porque não falei do princípio da isonomia (tributário), perdi 1 ponto.... me deram zero mesmo!! e olha que eu falei da capacidade contributiva, que é praticamente a mesma coisa!!!!..... agora, quem errou a peça é muito mais grave!!!.. a oab aprovou quem fez mais dois tipos de peça que não constava do gabarito, ou seja, no gabarito apontou-se MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO DE MEDIDA LIMINAR.... na cabeça!... mas.. tem gente que fez "anulatória de débito fiscal" e passou... pior ainda, tem gente que fez "ação declaratória de inexistência de relação jurídico-tributária" (o que não tinha nadaaaaa a ver com o caso em concreto, na prática, teria o "advogado" tomado uma caneta do capa preta!!!).


Acertei o endereçamento... fundamentos - falei de um princípio que estava no gabarito... o princípio da vedação da tributação com alíquota diferenciada em razão de bens de procedência estrangeira... (no nosso caso, a cliente recebeu um IPVA com alíquota diferenciada - mais cara - em razão do carro ser estrangeiro - e isso é vedado por esse princípio no tributário...), minha jurisprudência foi igual ao do gabarito... coloquei doutrina... escrevi bastante... letra PRATICAMENTE LEGÍVEL!.... usei uns "latins" para dar aquela elegância na peça.. "ad argumentandum"... "ipsis litteris".. etc... acertei todos os pedidos do MS (inclusive na ORDEM EXATA, como aprendemos no cursinho)... da concessão da medida liminar (depois do ítem "Dos direitos")... tudo certinho cara.. e eles me ferraram legal.. gastei mais de 600 pau com livros.. cursinho.... cursos em cds.... nossa.. os karas me ferraram legal!....

Abraços.

Anônimo,  22 de maio de 2009 08:53  

Anônimo das 19:01

só para completar o que eu acabei de falar.. prestei o cespe são paulo também... abraços..

Anônimo,  22 de maio de 2009 16:32  

Minha historia é parecida com a sua, e agora, me conta, vai gastar 400 reais em cursinho de novo ? eu fiz LFG no 137, agora não to afim de gastar esta grana, tenho o material, vou ralar sozinho.

E vc, vai fazer algum cursinho ?

Anônimo,  22 de maio de 2009 19:31  

Anônimo,

Beleza kara?! então... com certeza meu... quanto mais a gente estudar melhor... estou fazendo novamente o cursinho LFG porque minha mãe está pagando pra mim... é difícil alguém ter essa oportunidade que tenho, razão pela qual estou fazendo novamente... mas, em todo o caso, isso é necessário (para quem tiver dinheiro para fazer um cursinho novamente), se bem que eles me deram um desconto... mas foi pouca coisa!... mas estamos aí... batalhando e vamos nessa! boa sorte pra você nessa segunda fase!! abraços!!

Lucimara Main 31 de maio de 2009 21:18  

Dr. Mauricio gostaria de saber, como fazer a peça em apenas 5 folhas. Porque até o 137 eram 7 folhas para elaboração da peça, agora vi que são 5. Eu estou tentando, mas está impossível colocar todos os requisitos das peças em apenas 5 folhinhas, e minha letra é bem pequena. O que os cursinhos que já estão acostumados com a unificada, dizem?

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