Presidente da Comissão do Exame da OAB/Piauí discute novas regras do exame

terça-feira, 28 de abril de 2009

Instituído em 1963, o Exame da Ordem é o instrumento que dá proficiência ao bacharel em Direito. Na sexta-feira (24), o presidente da Comissão do Exame da OAB/Piauí, Antônio Wilson Soares de Sousa, esteve no CEUT a convite do Núcleo de Prática Jurídica do CEUT para discutir as novas regras do exame.

Durante a palestra aos alunos do curso de Direito, Antônio Wilson tratou de várias questões ligadas ao assunto. Segundo ele, o exame é uma necessidade para a formação do profissional. “A faculdade não forma advogados, forma bacharéis”, disse. Ainda destacou que em países como França e Itália, o critério de permissão do exercício da profissão de advogado é ainda mais rígido. No Brasil o exame da ordem acontece três vezes ao ano e em duas fases, que inclui prova objetiva na primeira e, na segunda fase, uma prova escrita.

Para Antônio Wilson, outras profissões deveriam utilizar provas de proficiência para seus futuros profissionais, como acontece com os bacharéis em Direito. “Esta preocupação já está crescendo no País. Existe no Senado um projeto de lei na intenção de que todas as graduações passem por exame. Isso é muito bom para o profissional e para quem recebe seus serviços”, ressaltou.

A última edição do exame da ordem no Piauí teve 1.200 inscritos, onde apenas 48% foram aprovados. Em todo o Brasil, o Piauí se destaca, ficando sempre entre os cinco primeiros colocados.

4 comentários:

Anônimo,  28 de abril de 2009 20:28  

Já estou cansado, farto de ler essas babozeras dos dirigentes da OAB dizendo que o exame da ordem tem que existir porque qualifica. Olha, pela última vez vou repetir isso: conheço um monte, mas um monte mesmo de colegas que foram aprovados sem fazer a peça profisisonal (só coeçaram e assim mesmo de forma errada). A qualificação é saber responder 5 perguntas idiotas olhando os livros e assim mesmo os examinadores dão a nota que querem dar? É essa a tal qualificação? O exercício da advocacia é responder peguntas sobre direito material que são retiradas da "caixa prego" pelos elaboradores das provas, é essa a qualificação? A OAB tinha que parar com isso de querer menosprezar a inteligência d emilhões de pessoas e assumir de vez que realiza o exe como reserva de mercado e para enriquecer cada vez mais, como indiretamnte admite a Seccional Minas Gerais. Conheço duas pessoas que têm deficiência mental (e são pessoas que nao têm a menor condição de um dia advogarem)e passaram no exame, para que tenham ideia do que é a qualificação que a AOB fica por aí alegando.

Anônimo,  30 de abril de 2009 08:30  

Existem muitas questões a serem observadas, mas quero falar apenas uma coisa.
É muito fácil jogar a responsabilidades para os estudantes. Aumentam-se o número de vagas desordenadamente, sem qualquer preocupação. E depois quando todos tem um "papel" na mão que não serve nem habilita para nada, vamos fazer um exame para ver quem é capaz de exercer a profissão para a qual passaram 05 anos ou mais na faculdade. E voltamos ao ponto de partida, só que sobre outro enfoque.
Antes tínhamos um país de só analfabetos e agora temos um monte de analfabetos com diploma, pois a grande maioria vai ser barrada por não poder execer a profissão.

Paula 18 de julho de 2009 08:03  

Olá bom dia, tenho uma dúvida: Uma pessoa formada em direio por uma faculdade na Itália pode se submeter a prova da OAB? Ela deveria fazer uma complementação de estudo para isso?

Obrigada
Paula

Maurício Gieseler de Assis. 18 de julho de 2009 11:12  

Não. Primeiro você tem de validar seu diploma aqui no Brasil para depois se submeter ao exame de ordem.

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