OAB questiona viabilidade de novas normas do MEC

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A notícia neste post tem correlação com o post imediatamente abaixo: 

Antes uma crítica do Ministério da Educação por conta da flexibilidade adotada na liberação da abertura de novos cursos de Direito, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) questiona o que considera ser uma excessiva exigência do governo sobre o ensino jurídico.

Na avaliação do presidente da Comissão Nacional de Ensino Jurídico da OAB, Adilson Gurgel de Castro, não existe, no Brasil, número suficiente de doutores em direito para atender à demanda gerada com a nova regra do MEC para os cursos: a presença de 40% de professores com grau de doutorado no corpo docente das faculdades de direito.

– Temos hoje, no máximo, dois mil doutores em direito no país e as novas regras vão gerar uma demanda por uns seis mil profissionais desse nível – alerta Castro.

– É preciso tomar cuidado com esse excesso de exigência. Depois, fica como as faculdades federais que só abrem concursos pra doutores e, diante da escassez de títulos, acabam aceitando mestres para todos os cargos.

Para a secretária de Ensino Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, a exigência é fundamental para formar uma massa crítica qualificada capaz de colocar em movimento projetos pedagógicos que possam reverter a crise de qualidade no ensino jurídico do país.

– Não vejo falta de doutores no mercado – contesta. Técnicos do MEC e da OAB reunem-se em fevereiro para consolidar os novos parâmetros de avaliação do ensino jurídico. Critérios mais rígidos serão adotados pelo MEC também para cursos de medicina e pedagogia. A discussão sobre a baixa qualidade dos cursos de direito ganhou corpo em setembro de 2007, quando 89 cursos foram reprovados no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

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Regras mais duras para as faculdades de Direito no Brasil

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O ano letivo de 2009 começa com regras mais rígidas para as faculdades de direito em todo o país. A partir de fevereiro, o Ministério da Educação deve consolidar um novo instrumento de avaliação dos cursos com normas para a abertura e funcionamento dos cursos que vão desde a exigência de um número mínimo de professores com doutorado no corpo docente até regras para a infra-estrutura das instituições, como número mínimo de salas de aula e quantidade de volumes na biblioteca específica do curso.

As instituições serão obrigadas a ter 40% de seu corpo docente com nível de doutorado, incluindo o coordenador do curso, obrigado agora a oferecer biblioteca com todos os livros da bibliografia de cada disciplina em número suficiente para atender os alunos matriculados. O programa pedagógico do curso também será submetido ao crivo de uma comissão formada por técnicos do MEC e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), explica a secretária de Educação Superior do ministério, Maria Paula Dallari Bucci.

Trata-se de uma tentativa de reverter a crise de qualidade instalada no ensino jurídico superior no Brasil que, na última edição do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) teve 89 instituições avaliadas com notas 1 e 2, as mais baixas do exame. Por conta do mau desempenho, o MEC já cortou, no ano passado, 24.380 vagas, das 45.042 que eram oferecidas em cursos de direito.

Um dos efeitos pode ser sentido nas dificuldades enfrentadas pelos bacharéis em direito para passar na prova da Ordem dos Advogados do Brasil ou para ingressar na magistratura. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), existem hoje cerca de 300 vagas em aberto no Poder Judiciário, e preenchê-las tem sido uma missão árdua. No ano passado, por exemplo, o Tribunal de Justiça de São Paulo abriu concurso para ocupar 183 vagas, das quais apenas 76 foram ocupadas. Em Santa Catarina, foram oferecidas 18 vagas de juiz substituto. Somente 12 candidatos se classificaram. No Distrito Federal, dos 2.108 candidatos que se inscreveram no concurso de setembro de 2007, apenas 16 foram aprovados. Sobraram 67 vagas, alvo de novo processo de seleção já em andamento.

"O despreparo dos bacharéis formados nas escolas de Direito é fruto de um ciclo vicioso que se instalou com a explosão do número de faculdades, na década passada", observa o presidente da Comissão Nacional de Ensino Jurídico da OAB, Adilson Gurgel de Castro. Segundo ele, a falta de qualidade no ensino e a leniência nos critérios de aprovação dos alunos em instituições com menor avaliação criam um efeito perverso. Para evitar a perda de alunos reprovados em disciplinas por baixo rendimento, faculdades privadas estariam adotando padrões mais brandos de avaliação.

"É, em bom português, a institucionalização do "pagou, passou". A instituição não pode conquistar seus clientes com facilidades e a promessa de não reprovar ninguém. Os alunos são graduados sem ter, de fato, conhecimento. É por isso que a prova da OAB tem fama de ser difícil. Mas são 100 questões que só cobram o básico. A reportagem é de Karla Correia e foi publicada no Jornal do Brasil.

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Recursos para as questões 10, 52, 53 e 95 do 3º exame de 2008

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

No blog do Prof. Marcelo Hugo da Rocha, um craque em exame de ordem, foram disponibilizados os recursos para as questões 10, 52, 53 e 95, todos elaborados pelos professores do Curso Retorno Jurídico, de Porto Alegre. Segue o link:


Lembrando que o prazo recursal começará na sexta-feira que vem (30/01/2009), um dia após a divulgação oficial dos aprovados na 1ª fase (29/01/2009).

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Exame da OAB: decisivo para a carreira jurídica

Vejam no youtube essa reportagem sobre o exame de ordem:


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Livros marcados

São raras as histórias de que o Cespe tenha vetado livros que tenham sido marcados (sublinhados) com marca-texto ou lápis. Só ouvi falar de dois casos.

No entanto, como o critério e o humor dos fiscais variam de lugar para lugar, é bom não arriscar.
De toda forma, em princípio, não dá problema nenhum.

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Apostilas para a 2ª fase - Penal, civil e trabalho

sábado, 24 de janeiro de 2009

Seguem os links para as apostilas do curso do Damásio. O material é bem legal:

2ª Fase civil:

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Dica para a segunda fase

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Se você estiver treinando para a segunda fase, é bom atentar para três circunstâncias:

1 - Treine o tempo que você leva para elaborar a prova, pois na hora H o fiscal não vai lhe dar nenhuma colher de chá se o tempo lhe for curto;

2 - Confira o número de folhas que você usou no rascunho e que passará a limpo. Não escreva mais do que o espaço da sua prova permite, pois além de perder tempo, você pode ir além do permitido...e o Cespe não vai te perdoar;

3 - O mais importante, em toda a prova, é acertar a peça processual a ser feita. Não tenha medo de gastar dinheiro em um ótimo livro de direito processual;

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Bezerra Leite no RS

Passaram-me a informação de que o Livro de processo do trabalho do Bezerra Leite não é aceito no Rio Grande do Sul. Consultem a seccional para confirmar essa assertiva. Eu sei que em outras seccionais não há problema algum em usar o livro dele.

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Recurso para a questão 53

O Site do ATF Cursos Jurídicos disponibilizou um recurso para a questão 53. Quem quiser deve entrar no site (não dá para copiar e colar), e ir em "notícias".

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OAB Nacional descarta necessidade de mais cursos de Direito no Brasil

O presidente da Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Adilson Gurgel de Castro, questionou hoje (23) a necessidade de serem abertos novos cursos de Direito no País. "Não resta a menor dúvida de que já temos cursos em número suficiente para atender à demanda no Brasil. Castro estima que, a cada ano, são abertas 250 mil vagas em cursos de Direito tanto em universidades públicas quanto em particulares.

A afirmação foi feita pelo presidente da Comissão da OAB ao tomar conhecimento de que pelo menos 21 novos cursos de Medicina e Direito podem receber aval do Ministério da Educação para funcionar. Foi divulgada na última quarta-feira uma lista de faculdades que serão avaliadas para credenciamento no Ministério - sendo 14 para o campo do Direito. As visitas às instituições estão previstas para começar em 15 de fevereiro. Serão analisadas as instalações das escolas, o corpo docente e outros quesitos.

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Livros para a prova subjetiva de penal

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Indicações do Dr. Ricardo Vasconcellos para a prova de penal. Lembrem-se que muita coisa mudou no direito penal. Só leve livros novos:

TOURINHO, Filho, Fernando da Costa – Manual de Direito Processual Penal. Saraiva, São Paulo

PACELLI, Eugenio de Oliveira, Direito Processual Penal, Del Rey

ROSSANO, Reinaldo Alves, Direito Processual Penal, FORTIUM.

NUCCI, Guilherme de Souza, Direito Processual Penal, vol. I, RT. (cobrado no Exame de Ordem)

FRANCO, Alberto da Silva, Código de Processo Penal e sua interpretação jurisprudencial. RT, São Paulo

CANGIANO, Angela Machado, Repertório de Jurisprudência de Direito Penal e Processo Penal, (livro que pode ser usado na 2ª fase da OAB e que contém todas principais decisões atualizadas do STJ e STF em matéria penal).

DELAMANTO, Celso - Código Penal Comentado, atualizado.

MARQUES, José Frederico, Elementos de Direito Processual Penal, Vol. I, Bookseller, Rio de Janeiro

JARDIM, Afrânio Silva, Direito Processual Penal, 7ª Ed, Editora Forense, Rio de Janeiro

ZAFFARONI, Raúl, Manual de Direito Penal Brasileiro, RT, São Paulo

FERRAJOLLI, Luigi, Direito e Razão: Teoria do garantismo penal. RT: São Paulo

RANGEL, Paulo. Direito Processual Penal. RT

BITTENCOURT, Cezar Roberto, Código de Processo Penal comentado.

Lembrem-se. Só comprem edições atualizadas. Se não encontrar, não compre!!

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Livros para a prova de direito do trabalho

Segue a relação de livros para a segunda fase. Nas provas do Cespe, até o exame passado, todas as questões eram baseadas em Súmulas ou Orientações Jurisprudenciais do TST. Como a prova subjetiva do último exame pode significar um novo paradigma, e isso em todas as matérias, não se pode afirmar com certeza se o novo padrão será mantido neste exame. As questões 1 e 5 foram alvo de fortes críticas, e mesmo de vários mandados de segurança. Talvez o Cespe tenha entendido o recado...talvez não.

CLT da LTr - 2008
Para mim, é o livro mais importante a ser levado. É muito completo e de fácil consulta.

CLT SAAD - 2008
Não a manuseio, mas dizem que é tão boa quanto a CLT da LTr.

CLT Comentada - Valentim Carrion -
Para mim, é a CLT comentada do momento. Digo isso porque foi bem útil aos candidatos no último exame.

Curso de Direito do Trabalho - Alice Monteiro de Barros - LTr
Ótimo livro de direito material do trabalho. Vale o investimento e é bem útil na hora da prova.

Curso de Direito do Trabalho - Maurício Godinho Delgado - LTr
É um livro cheio de virtudes, mas creio que não é adequado para o tipo de prova que é o exame de ordem. Como é muito denso, pode atrapalhar na hora da pesquisa, e no exame de ordem, tempo é ouro. Mas, se quiser comprar, é uma excelente aquisição.

Curso de Direito Processual do Trabalho - Carlos Henrique Bezerra Leite - LTr
Meu preferido de direito processual. Pode (e deve) comprar de olhos fechados.

Curso de Direito Processual do Trabalho - Renato Saraiva - Método
Provavelmente é o livro mais fácil de ser consultado de todos os livros de direito processual do trabalho, além de ser extremamente abrangente. Boa opção para o exame de ordem!

Há, naturalmente, muitos outros livros para serem indicados. Essa relação inclui apenas o básico, ou melhor, o essencial.

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Bibliografia para a prova de direito administrativo

Achei essa relação na internet. Eu presumo que ela seja boa, pois elenca livros cujos autores são referência dentro do direito administrativo. No entanto, não sei se é a mais adequada ou completa para o exame de ordem.

Manual de Direito Administrativo - José dos Santos Carvalho Filho;

Curso de Direito Administrativo - Celso Antonio Bandeira de Melo;

Direito Administrativo - Maria Silvia Zanella Di Pietro;

Mandado de Segurança - Hely Lopes Meirelles;

Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativos - Marçal Justen Filho;

Direito Administrativo Descomplicado – Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino;

Direito Administrativo Brasileiro - Hely Lopes Meirelles;

Ações Constitucionais - Fredie Didier Jr;

Legislação de administrativo da RT - Organizada por Odete Medauar;

VadeMecum;

Sinopse Atlas ou Saraiva (ou algum resumo que não tenha estampado na capa que é para OAB ou Concursos)

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Material de estudo trabalhista

Seguem duas dicas de excelentes materiais de estudo para a 2ª fase trabalhista. Quem souber de mais dicas, seja em qualquer área do direito, informe ao Blog!

1ª Dica - O site do Prof. Renato Saraiva disponibiliza uma excelente aula para a prova prática:






2ª Dica - Já o site do TRT 3 disponibiliza um manual de cáculos trabalhistas. Não há um link direto para esse manual. Clique no link do Tribunal (abaixo) e no canto esquerdo da sua tela você verá um espaço chamado "acesso direto". Na relação de links desse espaço, você encontrará um chamado "Manual de Cálculos Judiciais". Clique nele e faça o download: http://www.trt.gov.br/

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Prova objetiva do exame 02/2008

Esse artigo foi escrito em 7 de outubro de 2008, e é referente ao exame 02/2008. Notem a semelhança com as circunstâncias do atual exame.

De acordo com as enquetes feitas pelo Blog Exame de Ordem, verificou-se que a percepção geral sobre primeira fase do exame de ordem 02/2008 foi bastante semelhante ao último exame de ordem. A maior parcela dos participantes, 55%, acharam a prova difícil ou muito difícil; 39% acharam a prova mediana e 5% entenderam que a prova foi fácil.

Esses percentuais refletem-se na nossa outra pesquisa, relativa ao desempenho dos nossos leitores na prova. 64% dos participantes da enquete fizeram menos de 50 pontos exigidos, contra 32% que superaram o patamar mínimo para a aprovação.

O percentual de 32% é praticamente idêntico com o percentual médio de aprovação da primeira fase do último exame de ordem, que foi de 32,64%, conforme os dados estatísticos da OAB Federal ( http://www.oab.org.br/pdf/2008_1_Seccional.pdf ). Naturalmente que os dados do exame passado computam as anulações efetuadas pelo cespe. Logo, pode-se cogitar um percentual maior de aprovados no atual exame de ordem. É importante salientar que o Blog trata do exame de ordem nacional, excluídos os estados de São Paulo e Minas Gerais. Ou seja, os dados aqui analisados refletem, proporcionalmente, as opiniões dos bacharéis de direito de todo o País.

O número relativo de questões passíveis de recurso, amplamente discutidas em nossa comunidade no orkut ( http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=47200877 ) foi semelhante ao do exame passado, orbitando em torno de 12 questões. Provavelmente a percepção quanto ao grau de dificuldade da prova seria diferente se tantas questões não provocassem dúvidas e questionamentos. Não só o Blog Exame de Ordem elaborou vários recursos e sugestões para recursos, como também os sites da Fortium, do Damásio, o Blog da Jurídica, da Vestcon, o site do Prof. Renato Saraiva, o Espaço Jurídico, o Curso Fraga e o Curso Iuris. É praticamente inevitável concluir que o exame de ordem, no seu atual formato, precisa de ajustes.

A principal dificuldade sentida pelos candidatos é incerteza quanto ao resultado dos recursos. O Cespe, tradicinalmente, anula uma média de 3,8 questões por exame (média calculada desde o exame 1/2006), conforme mostra a tabela abaixo:

2006.1 = 3
2006.2 = 8
2006.3 = 3
2007.1 = 2
2007.2 = 4
2007.3 = 4
2008.1 = 3
2008.2 = 3 (atualização posterior ao artigo)

Tal média de anulação não reflete o grau de questionamento e inconformismo que as questões elaboradas pelo Cespe suscitam ante os candidatos e cursos preparatórios. Essa discrepância causa verdadeira indignação entre os bacharéis que almejam a tão sonhada carteira da OAB, como constatamos nos debates travados em nossa comunidade no Orkut e pelas centenas de e-mails que o blog recebeu durante o período das provas.

A perpecção geral é a de que falta um mecanismo mais adequado de controle da correção da prova, ou mesmo, e que seria mais conveniente, o estabelecimento de um critério técnico claro, previsto em edital, sobre a forma de elaboração das perguntas, tanto para se evitar os famosos "pegas" (há um consenso sobre a inutilidade dos "pegas", inadequados para aferir o real conhecimento do candidato), quanto para elidir questões dúbias ou mal-elaboradas, além daquelas redigidas sobre temas não pacificados na jurisprudência dos tribunais.

O atual modelo precisa de ajustes e correções para evitar que o próprio exame de ordem, hoje tão criticado e combatido, não sofra ataques quanto a sua utilidade e legitimidade. Imperfeito ou não, o exame de ordem é um instrumento imprescindível dentro de nossa ordem jurídica, e, como tal, precisa ser elaborado e conduzido sob a mais absoluta perfeição técnica.

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